Etapa 1

DNA do Investidor (Suitability)

1

Pessoal

Avaliar como se comporta e o que espera.

2

Expectativa de Vida Financeira

Entender como se relaciona com seus investimentos.

3

Perfil Financeiro

Baixa tolerância à risco = Preservação de Patrimônio.

Média tolerância à risco = Investir com segurança e crescimento a longo prazo.

Alta tolerância à risco = Aumento do capital e aceita correr riscos.

Etapa 2

Análises para Seleção de Ativos

Macroeconômica

Análise das perspectivas nacionais e internacionais baseado em dados econômicos. Busca recomendação do posicionamento global dos Portfólios de Ativos.

Fundamentalista

Análise de empresas, ativos, commodities e produtos financeiros que comporão ou não os Portfólios de Ativos com bases nas técnicas financeiras e legais de avaliação, inserido no cenário macroeconômico.

Quantitativa de Risco

Análise de risco quantitativo dos ativos frente a perspectiva de risco de cada investidor. Usa princípios matemáticos para aferição qualitativa da seleção de ativos para os Portfólios de Ativos.

Etapa 3

Ativos Financeiros

Os portfólios de ativos adaptados de acordo com o perfil do investidor.

Instrumentos sugeridos por Tipo de Portfólio

Conservador

  • Títulos públicos (LFT e LTN)
  • CDB, LCI, LCA e DPGE
  • Fundos de Renda Fixa e Fundo DI
  • Debêntures
  • Certificado de Recebível Imobiliário (CRI)

Moderado

  • Títulos públicos (LFT, LTN, NTN-F e NTN-B)
  • CDB, LC, LCI, LCA, LF e DPGE
  • Fundo de Renda Fixa, DI e Crédito Privado
  • Fundo Multimercado
  • Fundo Imobiliário
  • Fundo de Inflação
  • Debêntures
  • Certificado de Recebível Imobiliário (CRI)
  • Notas Estruturadas
  • Ações

Arrojado

  • Títulos públicos (LFT, LTN, NTN-F e NTN-B)
  • CDB, LC, LCI, LCA, LF e DPGE
  • Fundo de Renda Fixa, DI e Crédito Privado
  • Fundo Multimercado
  • Fundo Imobiliário
  • Fundo de Inflação
  • Debêntures
  • Certificado de Recebível Imobiliário (CRI)
  • Ações
  • Notas Estruturadas
  • Mercado Futuros (Opções, Termo, Juros e Câmbio)

Etapa 4

Portfólio

Para traçarmos o perfil de risco, ponderamos diversas características do investidor como a maior ou menor aversão ao risco de uma eventual perda do capital investido, tempo do investimento podendo ser de curto, médio ou longo prazo e o nível e oscilação da rendibilidade (volatilidade) esperada.

Não existe uma classificação perfeita de cada perfil, porém, através de diversas características e estudos, podemos chegar aos seguintes perfis abaixo:

Conservador

Investidor que busca investir em produtos com a garantia do capital investido e rentabilidades equivalentes às taxas de juros de curto prazo, podendo estar associado a uma menor rentabilidade. Prefere segurança a surpresas desagradáveis com seus investimentos.

Objetivo: Preservação de capital

Volatilidade esperada: < 1% ao ano

Alocação:

  • 95% em renda fixa de alta qualidade
  • Máximo de 5% em crédito privado

Moderado

Investidor que apesar de procurar produtos com a garantia do capital investido, está disposto a assumir algum risco com prazos mais longos para seus investimentos.

Objetivo: Crescimento de capital com segurança

Volatilidade esperada: entre 0,1% e 3% ao ano

Alocação:

  • 80% em renda fixa de alta qualidade
  • Máximo de 10% em crédito privado
  • Máximo de 10% em fundo multimercado
  • Máximo de 10% em fundo crédito (soma com risco anteriores)
  • Máximo de 5% em ações

Arrojado

Investidor que está disposto a assumir prazos mais longos para suas aplicações deforma a poder acomodar oscilações adversas. Tem preferência por investimentos com maior potencial de retorno.

Objetivo: Crescimento de capital

Volatilidade esperada: entre 1,5% e 4,5% ao ano

Alocação:

  • 70% em renda fixa de alta qualidade
  • Máximo de 15% em crédito privado
  • Máximo de 15% em fundo multimercado
  • Máximo de 10% em fundo crédito (soma com risco anteriores)
  • Máximo de 10% em fundo de ação (soma com fundo long only e long bias)
  • Máximo de 10% em ações
  • Máximo de 5% em futuros e derivativos

Etapa 5

Rebalanceamento

Necessidades de rebalanceamento e mudanças podem acontecer para readequação da carteira a alterações nas expectativas do cenário econômico e novas necessidades do investidor.